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Dia do Orgulho LGBT+

Postado em 23/06/2020 às 14:18

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No dia 28 de junho celebra-se mundialmente o dia do Orgulho LGBT+, com o objetivo de conscientizar a população sobre o combate à homofobia. Lutar contra a discriminação da comunidade LGBT+ não é uma luta exclusiva dos gays, lésbicas, bissexuais, transexuais, queers e todas as outras pessoas que fazem parte da sopa de letrinhas da diversidade sexual. Essa deve ser uma luta de todos.

Por que neste dia?

Em homenagem aos protestos de 1969 nos Estados Unidos. Um grupo de gays, lésbicas e trans estava reunido no bar Stonewall Inn, em Nova York, quando foram surpreendidos por uma batida policial para prender clientes por ‘conduta imoral’. Em 1969, ser gay era crime em boa parte dos Estados Unidos, inclusive em Nova York.

 

Essas ações eram comuns em ambientes frequentados por esse público com o objetivo de coagir a comunidade LGBT+. Naquele dia porém, os frequentadores do bar resolveram reagir e contaram com o apoio de simpatizantes. Uma multidão se concentrou fora do local em favor da Rebelião de Stonewall. Nos 5 dias seguintes, eles se reuniram na frente do Stonewall para protestar contra a violência dirigida à comunidade LGBT+.

 

E assim nasceu o mês e o Dia Internacional do Orgulho LGBT. O mês de junho também ficou conhecido como o Mês do Orgulho LGBT e normalmente, vários destinos celebram a data através da Parada LGBT.

E no Brasil?

No Brasil, o primeiro ato ocorreu em 1995 no Rio de Janeiro durante a 17ª Conferência da Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans e Intersex, que terminou com uma pequena marcha em Copacabana.

 

No ano seguinte, aconteceu uma pequena manifestação em São Paulo, que reuniu cerca de 500 pessoas na praça Roosevelt. E só em 1997 foi realizada a primeira Parada Gay na Avenida Paulista.

Por que é importante celebrar esse dia?

Por mais que a sociedade esteja avançando na discussão, as minorias ainda sofrem com o desrespeito, preconceito e violência. Ainda são disseminadas piadas preconceituosas e discursos homofóbicos. Ainda temos um legado histórico de exclusão, que precisamos reconhecer e reverter. Abaixo alguns dados que comprovam isso:

 

  • Você sabia que não faz muito tempo que o casamento gay foi finalmente aprovado no Brasil? Foi em 16 de maio de 2015, que o Conselho Nacional de Justiça determinou que nenhum cartório do país pode ‘recusar a celebração de casamentos civis de casais do mesmo sexo ou deixar de converter em casamento a união estável homoafetiva.
  • Até 1990, a Organização Mundial de Saúde ainda tinha um CID - Código Internacional de Doenças para o homossexualismo. Entende a gravidade disso?
  • Em 2019, relatório do GGB - Grupo Gay da Bahia, indicou que o Brasil é o país que mais mata gays, lésbicas e transgêneros do mundo.

 

Como, em pleno século XXI, isso ainda acontece?

Todos nós precisamos fazer a nossa parte, respeitando o próximo, indiferente do seu sexo, cor, idade, orientação sexual ou classe econômica. 


A CIGAM está iniciando essa longa jornada na promoção e apoio da diversidade. Entendemos que nosso maior compromisso deve ser garantir a justiça e equidade em todas as nossas práticas, valorizar as pessoas pela sua competência e oferecer as mesmas oportunidades a todos.

 

Proporcionar oportunidades a todos, além de ser eticamente correto, também traz vantagem para as organizações. As pessoas de forma geral são todas diferentes e o trabalho só tem a crescer com as diferenças. É do confronto de ideias diferentes que surgem os melhores projetos. Nós, enquanto organizações, precisamos ajudar a promover uma sociedade mais justa e colaborativa, que respeite as diferenças.


Para dialogar com o nosso público sobre essa importante temática, a CIGAM estará promovendo uma live com dois grandes especialistas no assunto:

Formação em Teologia, Graduado em História, Mestre em História com ênfase em Antropologia, Doutorado em História ênfase em Antropologia (UNISINOS-UNIVERSIDAD SEVILLA), Pesquisador Associado Observatório Juvenil do Vale, Coordenador Núcleo de Estudos sobre Diversidade- Faculdade IENH, Professor Faculdade IENH; Pesquisador e Consultor nas áreas de Humanidades, Soft Skills e Diversidades.

Relações Públicas (UFRGS), pós-graduando em Diversidade e Práticas Inclusivas nas Organizações (UniLaSalle) e mestrando em Diversidade Cultural e Inclusão Social (Feevale). Vencedor pelo terceiro ano consecutivo no Prêmio Top Ser Humano da ABRH-RS (2017, 2018 e 2019). Foi responsável pela implantação do Programa de Diversidade no Senac-RS e pelo projeto de implantação da acessibilidade nos canais internos da instituição. Atualmente, Matheus é líder de diversidade e inclusão no Sicredi.

Diversidade: por que precisamos dialogar sobre isso?

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