COMUNICADO CIGAM 17/26 - Reforma Tributária – Atualização de Cenário, Riscos e Recomendações Práticas

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18 de Fevereiro de 2026

Prezados Clientes,


Compartilhamos atualização importante sobre a Reforma Tributária e seus impactos práticos, com base no acompanhamento contínuo do tema e em conteúdos especializados que destacam riscos emergentes para as empresas durante este período de transição.


🔎 1. Cenário de transição em andamento

A Reforma Tributária segue em implementação gradual, com regras de transição vigentes. O ambiente ainda combina regras antigas e novas, o que aumenta a complexidade operacional e fiscal no dia a dia das empresas. Alguns conceitos e funcionalidades já estão sendo discutidos publicamente, como a possibilidade de pré-preenchimento do tributo CBS na nova plataforma da Reforma Tributária, o que pode trazer benefícios e automação uma vez estabelecida, mas que não elimina a necessidade de parametrização correta e revisão fiscal por parte das empresas.

⚠️ 2. Riscos práticos que já estão se materializando

Conteúdos setoriais têm enfatizado que erros na transição da Reforma Tributária estão gerando custos reais às empresas, incluindo:

  • Multas e penalidades decorrentes de emissões incorretas ou falta de informações fiscais obrigatórias;
  • Inconsistências em notas fiscais e obrigações acessórias, com impacto direto em rotina operacional;
  • Riscos fiscais e contábeis, caso códigos, bases de cálculo e tributos sejam tratados de forma inadequada.

📅 3. Ponto de atenção: 01/04/2026 – início da validação

Comunicados oficiais indicam que, a partir de 01/04/2026, o governo deve iniciar a validação das informações fiscais sob as novas regras. A partir dessa data:

  • inconsistências podem resultar em rejeições,
  • retrabalho operacional aumentará,
  • eventuais incoerências fiscais podem resultar em multas e autuações,
  • efeitos podem se refletir em fluxo de caixa e continuidade das operações.

📌 4. Esclarecimento necessário

A Reforma Tributária não é automática nem responsabilidade exclusiva do sistema.
Ela demanda que sua empresa:

  • tome decisões estratégicas' (transitória vs. definitiva),
  • realize planejamento fiscal e operacional,
  • execute ações coordenadas entre áreas fiscal, contábil, financeira e de sistemas.

A expectativa de novos adiamentos, por si só, não reduz o risco e limita o tempo disponível para ajustes seguros.

🎯 5. Por que agir agora

Empresas que antecipam sua preparação conseguem:

  • validar cenários tributários com mais segurança,
  • reduzir riscos de autuações e multas,
  • evitar retrabalho emergencial no período crítico,
  • organizar controles fiscais e evitar gargalos de agenda com consultorias e especialistas.

📣 6. Recomendações CIGAM

Recomendamos fortemente que sua empresa:

  1. Revisite parametrizações fiscais no ERP, garantindo aderência às regras de transição e às exigências de IBS/CBS;
  2. Atualize rotinas de emissão de NF-e, com especial atenção a códigos, tributos e obrigatoriedades;
  3. Implemente checkpoints de validação interna antes das emissões e obrigações acessórias;
  4. Monitore periodicamente o desempenho fiscal, especialmente com foco nas inconsistências que podem gerar multas;
  5. Planeje a transição definitiva com antecedência, definindo data e roteiro de execução.

A CIGAM permanece à disposição para apoiar com orientações técnicas, análises de parametrização e ferramentas que contribuam para uma transição organizada e segura.

Atenciosamente,
CIGAM