IN CIGAM Integrador: mudanças entre as edições
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:*[[IN_CadastroSubGrupos.integrador|CadastroSubGrupos.integrador]] | :*[[IN_CadastroSubGrupos.integrador|CadastroSubGrupos.integrador]] | ||
:*[[IN_CadastroUnidadeMedida.integrador|CadastroUnidadeMedida.integrador]] | :*[[IN_CadastroUnidadeMedida.integrador|CadastroUnidadeMedida.integrador]] | ||
== Faturamento == | == Faturamento == | ||
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:*[[IN_CadastroTiposEmpresa.integrador|CadastroTiposEmpresa.integrador]] | :*[[IN_CadastroTiposEmpresa.integrador|CadastroTiposEmpresa.integrador]] | ||
--> | --> | ||
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:*[[IN_CadastroCategoriasTg.integrador|CadastroCategoriasTg.integrador]] | :*[[IN_CadastroCategoriasTg.integrador|CadastroCategoriasTg.integrador]] | ||
:*[[IN_CadastroColaboradores.integrador|CadastroColaboradores.integrador]] | :*[[IN_CadastroColaboradores.integrador|CadastroColaboradores.integrador]] | ||
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:* [[IN_CadastroProjeto.integrador|CadastroProjeto.integrador]] | :* [[IN_CadastroProjeto.integrador|CadastroProjeto.integrador]] | ||
:* [[IN_CadastroTipoProjeto.integrador|CadastroTipoProjeto.integrador]] | :* [[IN_CadastroTipoProjeto.integrador|CadastroTipoProjeto.integrador]] | ||
{{VoltarInicio}} | |||
= Estrutura dos registros = | = Estrutura dos registros = | ||
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Para parâmetros cuja obrigatoriedade depende do preenchimento de outro campo, será exibido um asterisco (<*>) após o nome do parâmetro.<br> | Para parâmetros cuja obrigatoriedade depende do preenchimento de outro campo, será exibido um asterisco (<*>) após o nome do parâmetro.<br> | ||
Essa marcação indica que o parâmetro se torna obrigatório '''apenas quando o campo relacionado for informado'''. | Essa marcação indica que o parâmetro se torna obrigatório '''apenas quando o campo relacionado for informado'''. | ||
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== Tabela de | == Tabela de Integração e Log == | ||
'''Tabelas envolvidas:''' | '''Tabelas envolvidas:''' | ||
*<b>Integração:</b> <code>%GEINTEGRADOR%</code> | *<b>Tabela de Integração:</b> <code>%GEINTEGRADOR%</code> | ||
*<b>Log de | *<b>Tabela de Log de Integração:</b> <code>%GEINTEGRADORLOG%</code> | ||
Todas as alterações de dados enviadas ao CIGAM permanecem registradas na '''tabela de integração''' até serem processadas pela '''Aplicação de Integração | Todas as alterações de dados enviadas ao CIGAM permanecem registradas na '''tabela de integração''' até serem processadas pela '''Aplicação de Integração'''. | ||
Quando o Webservice recebe uma requisição, ele valida inicialmente todos os parâmetros informados. Caso algum parâmetro seja inválido, o sistema retorna um '''erro ao usuário''' e '''nenhum registro é inserido''' nas tabelas de integração ou de log. | |||
Se os parâmetros forem válidos, o registro é inserido na '''tabela de integração''' e o Webservice retorna uma '''mensagem de sucesso''' ao usuário. Nesse momento ainda não é gerado log. | |||
Posteriormente, quando o programa da '''Aplicação de Integração''' executa e importa o registro da tabela de integração, é criado um '''registro correspondente na tabela de log''', contendo: | |||
* os dados importados | |||
* o usuário logado no CIGAM responsável pela importação | |||
* a data e hora da execução | |||
Após o processamento, o registro é '''removido da tabela de integração'''. | |||
Na tabela de log existe um campo que indica se o registro foi '''importado''' ou '''recusado'''. Caso seja recusado, também são armazenados o '''código e a mensagem de erro''', evitando que registros com erro permaneçam na tabela de integração. | |||
Quando registros pendentes são liberados posteriormente, essa ação também gera '''registro na tabela de log'''. Caso seja tentada a liberação de um registro inexistente, o sistema retorna um erro e '''nenhum log é gerado'''. | |||
Não é realizada validação para identificar se um registro já foi liberado anteriormente, pois isso exigiria controle adicional de registros correlatos. | |||
As tabelas de '''integração''' e '''log''' possuem '''campos com nomes genéricos''', utilizados para atender diferentes cadastros e rotinas do CIGAM. Por esse motivo, a consulta e inclusão de dados devem ser realizadas '''por meio das camadas responsáveis do sistema''', que apresentam os campos com as nomenclaturas adequadas para cada cadastro. | |||
Existe ainda uma '''tela on-line''' em '''Genéricos → Pesquisas → Rotinas''' que permite ao usuário, administrador ou DBA consultar os registros da tabela de log. | |||
A tabela de log '''não possui índices por padrão''', visando melhor desempenho. Caso o volume de dados se torne elevado, índices podem ser criados conforme necessidade do ambiente. | |||
Também não são gerados logs para '''consultas de dados''' realizadas no sistema. | |||
A limpeza da tabela de log pode ser realizada conforme a necessidade do administrador do banco de dados, mantendo apenas registros de um determinado número de dias. Essa limpeza é '''manual''', por segurança. | |||
<font size=4>'''Banco de dados de integração'''</font> | <font size=4>'''Banco de dados de integração'''</font> | ||
As tabelas de integração e log ficam armazenadas em '''um banco de dados separado'''. Esse banco é acessado: | As tabelas de '''integração e log''' ficam armazenadas em '''um banco de dados separado'''. Esse banco é acessado: | ||
* Pelas aplicações do CIGAM, por meio do '''Database''' <code>CIGAM_INTEGRA</code> | * Pelas aplicações do CIGAM, por meio do '''Database''' <code>CIGAM_INTEGRA</code> | ||
* Pela '''Aplicação de Integração''' (componente <code>CGIntegrador.ecf</code>) | * Pela '''Aplicação de Integração''' (componente <code>CGIntegrador.ecf</code>) | ||
| Linha 223: | Linha 249: | ||
Caso não seja necessário registrar requisições em arquivos, '''nenhum desses parâmetros precisa ser configurado'''. | Caso não seja necessário registrar requisições em arquivos, '''nenhum desses parâmetros precisa ser configurado'''. | ||
{{VoltarInicio}} | |||
==Registros correlatos == | ==Registros correlatos == | ||
A tabela de integração pode conter '''registros correlatos''' ainda pendentes de importação. Um exemplo comum ocorre nas relações '''pedido → itens → grade do item'''. | |||
A tabela de integração | |||
Nesse cenário, quando o '''pedido''' for importado, o sistema verificará se existem '''itens vinculados''' a esse pedido. Da mesma forma, durante a importação de um '''item do pedido''', será verificada a existência de '''registros de grade do item''' associados. | |||
Nesse processo, '''somente os registros com status liberado''' serão avaliados e poderão ser '''importados ou recusados'''. | |||
Registros correlatos que '''não estiverem liberados''' não serão processados naquele momento e, consequentemente, '''não serão reavaliados posteriormente'''. Para evitar que registros permaneçam indevidamente na tabela de integração, será executada uma '''rotina de limpeza'''. | |||
Essa rotina tem como objetivo '''excluir registros com ID correlato cujo registro máster já não esteja mais pendente de importação'''. Cada exclusão realizada por essa rotina será registrada em '''log específico''', garantindo o rastreamento das operações efetuadas. | |||
== Segurança == | == Segurança == | ||
As aplicações de terceiros não utilizam o '''cadastro de usuários''' nem os '''direitos do CIGAM''', pois não possuem meios adequados para gerenciar essas informações. | |||
As aplicações de terceiros ''' | |||
A autenticação e o controle de acesso são realizados através de '''PINs''' e da '''chave de criptografia (CHAVE_CRYPTA)''' definidos no arquivo de | A autenticação e o controle de acesso são realizados através de '''PINs''' e da '''chave de criptografia (CHAVE_CRYPTA)''', definidos no arquivo de configuração do ambiente do Web Service, na seção <code><appSettings></code>. | ||
'''📌 PIN''' | '''📌 <font size=4>PIN</font>''' | ||
: O '''PIN''' é utilizado para identificar quem está realizando a requisição e | : O '''PIN''' é utilizado para identificar quem está realizando a requisição e determinar quais serviços estarão disponíveis para cada integração. Esse parâmetro deve ser configurado no arquivo de configuração do Web Service. | ||
:No exemplo a seguir, requisições que utilizarem o PIN <code>XW@#25Qo</code> terão acesso apenas aos serviços <code>CADMAT</code> e <code>CADEMP</code>. Os demais PINs (<code>@#0Q1o2</code>, <code>W#12@Abfg</code> e <code>20020004</code>) não possuem restrições definidas e, portanto, podem acessar todos os serviços. | |||
: No exemplo | |||
<span style="color:blue"><appSettings></span> | <span style="color:blue"><appSettings></span> | ||
| Linha 246: | Linha 276: | ||
<span style="color:blue"></appSettings></span> | <span style="color:blue"></appSettings></span> | ||
:💡 '''Recomendação:''' Defina PINs com ''' | :💡 '''Recomendação:''' Defina PINs com '''alto nível de complexidade''', contribuindo para aumentar a segurança das informações trafegadas entre os sistemas. | ||
'''📌 CHAVE_CRYPTA''' | '''📌 <font size=4>CHAVE_CRYPTA</font>''' | ||
: A '''CHAVE_CRYPTA''' é utilizada para '''criptografar e descriptografar dados sensíveis''' transmitidos entre o CIGAM e aplicações externas, garantindo a confidencialidade e integridade da comunicação. | : A '''CHAVE_CRYPTA''' é utilizada para '''criptografar e descriptografar dados sensíveis''' transmitidos entre o CIGAM e aplicações externas, garantindo a confidencialidade e integridade da comunicação. | ||
: Essa chave também deve ser configurada no <code><appSettings></code> do ambiente do Web Service | : Essa chave também deve ser configurada no <code><appSettings></code> do ambiente do Web Service. | ||
<span style="color:blue"><appSettings></span> | <span style="color:blue"><appSettings></span> | ||
| Linha 260: | Linha 290: | ||
:* A alteração da chave deve ser coordenada em todos os pontos de integração. | :* A alteração da chave deve ser coordenada em todos os pontos de integração. | ||
:* '''Mantenha a chave em sigilo''' e compartilhe somente com equipes autorizadas. | :* '''Mantenha a chave em sigilo''' e compartilhe somente com equipes autorizadas. | ||
{{VoltarInicio}} | |||
= Requisição e resposta dos Webservices = | |||
Os webservices do CIGAM suportam as tecnologias '''SOAP''' e '''REST/JSON'''.<br> | |||
Na utilização do padrão '''REST/JSON''', os parâmetros devem ser enviados por '''POST''', e o '''nome do método''' deve ser informado diretamente na URL da requisição. As respostas dos serviços também podem ser obtidas em ambos os formatos. | |||
Quando o retorno do serviço contiver '''mais de um registro''', a exportação será realizada utilizando '''duas coleções (objetos)''': uma para as '''colunas''' e outra para os '''dados'''. Nesse formato, as colunas recebem cabeçalhos identificadores (por exemplo: '''c1''', '''c2''', '''c3'''...), que são utilizados como referência pelos registros retornados. | |||
Existe ainda a opção '''EXPORT_HEADERS''', que pode ser configurada no arquivo de configuração do ambiente do Web Service (seção <code><appSettings></code>). Essa opção define se a exportação deverá utilizar sempre os '''cabeçalhos de colunas''', independentemente da quantidade de registros retornados. | |||
'''Exemplo de configuração:''' | |||
<font color="blue"><appSettings></font> | |||
<font color="blue"><add</font> <font color="Goldenrod">key</font>=<font color="green">"EXPORT_HEADERS"</font> <font color="Goldenrod">value</font>=<font color="green">"N"</font> <font color="blue">/></font> | |||
<font color="blue"></appSettings></font> | |||
Essa configuração também pode ser incluída no arquivo '''Settings'''. | |||
Quando o '''nome da coluna no banco de dados''' for diferente do '''nome utilizado no CIGAM/CGData''', a coleção de nomes de colunas incluirá uma '''tag adicional''' contendo essa identificação. | |||
Campos que ainda não possuem nome definido (por exemplo: '''Campo31''', '''Campo32''') não serão exportados. A exceção são os campos de usuário, identificados por nomes iniciados com <code>Usr</code>. | |||
No formato '''JSON''', é necessário atribuir explicitamente ambas as propriedades, pois não é possível definir um valor diretamente na tag principal como ocorre no '''XML'''. Nesses casos, o '''apelido da coluna''' será informado na propriedade <code>db_alias</code>. | |||
Em ambos os formatos, o '''primeiro nó da estrutura''' corresponde ao valor da '''tradução do Nome Lógico da tabela exportada'''.<br> | |||
As '''colunas''' são agrupadas na coleção <code>col</code>, enquanto os '''dados dos registros''' são agrupados na coleção <code>reg</code>.<br> | |||
Todos os dados são retornados utilizando '''codificação UTF-8'''. | |||
<center><table style="width:85%" "line-height:100%"> | '''Exemplo de resposta em XML e JSON''' | ||
<center> | |||
<table style="width:85%" "line-height:100%"> | |||
<tr> | <tr> | ||
<td><b>XML</b></td> | <td><b> XML</b></td> | ||
<td><b>JSON</b></td> | <td><b> JSON</b></td> | ||
</tr> | </tr> | ||
<tr> | <tr> | ||
<td> | <td valign="top"> | ||
<font color="blue"><esmateri></font> | |||
<font color="blue"><col></font> | |||
<font color="blue"><cd_material></font>c1<font color="blue"></cd_material></font> | |||
<font color="blue"><descricao></font>c2<font color="blue"></descricao></font> | |||
<font color="blue"><valor_imposto></font>c3<font color="blue"></valor_imposto></font> | |||
<font color="blue"></col></font> | |||
<font color="blue"><reg></font> | |||
<font color="blue"><c1></font>001<font color="blue"></c1></font> | |||
<font color="blue"><c2></font>Material Teste 1<font color="blue"></c2></font> | |||
<font color="blue"><c3></font>10<font color="blue"></c3></font> | |||
<font color="blue"></reg></font> | |||
<font color="blue"><reg></font> | |||
<font color="blue"><c1></font>002<font color="blue"></c1></font> | |||
<font color="blue"><c2></font>Material Teste 2<font color="blue"></c2></font> | |||
<font color="blue"><c3></font>20<font color="blue"></c3></font> | |||
</ | <font color="blue"></reg></font> | ||
<font color="blue"></esmateri></font> | |||
</td> | |||
<td valign="top"> | |||
<font color="blue">{</font> | |||
<font color="black">"col"</font>: [ | |||
<font color="blue">{</font> | |||
<font color="black">"cd_empresa"</font>: <font color="green">"c1"</font>, | |||
<font color="black">"descricao"</font>: <font color="green">"c2"</font>, | |||
<font color="black">"valor_imposto"</font>: <font color="blue">{</font> | |||
<font color="black">"db_column"</font>: <font color="green">"campo3"</font>, | |||
<font color="black">"db_alias"</font>: <font color="green">"c3"</font> | |||
<font color="blue">}</font> | |||
<font color="blue">}</font> | |||
], | |||
<font color="black">"esmateri"</font>: [ | |||
<font color="blue">{</font> | |||
<font color="black">"c1"</font>: <font color="green">"001"</font>, | |||
<font color="black">"c2"</font>: <font color="green">"Material Teste 1"</font>, | |||
<font color="black">"c3"</font>: <font color="green">"10"</font> | |||
<font color="blue">}</font>, | |||
<font color="blue">{</font> | |||
<font color="black">"c1"</font>: <font color="green">"002"</font>, | |||
<font color="black">"c2"</font>: <font color="green">"Material Teste 2"</font>, | |||
<font color="black">"c3"</font>: <font color="green">"20"</font> | |||
<font color="blue">}</font> | |||
] | |||
<font color="blue">}</font> | |||
</td> | |||
</tr> | |||
</table> | |||
</center> | |||
Para validar estruturas no formato JSON, pode-se utilizar ferramentas de validação online, como o JSONLint em http://jsonlint.com. | |||
{{VoltarInicio}} | |||
== Tipos especiais == | |||
Alguns dados utilizam '''formatos específicos''' nas requisições e respostas dos serviços. Esses formatos variam conforme o tipo de dado e a tecnologia utilizada (XML ou JSON). | |||
<center> | |||
<table width="90%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="10" style="line-height:200%;"> | |||
<tr valign="top"> | |||
<td style="background:#d9d9d9;" width="80"><b>Tipo do dado</b></td> | |||
<td style="background:#d9d9d9;" width="71"><b>Formato</b></td> | |||
<td style="background:#d9d9d9;" width="184"><b>Máscara</b></td> | |||
<td style="background:#d9d9d9;" width="99"><b>Exemplo</b></td> | |||
<td style="background:#d9d9d9;" width="89"><b>Onde</b></td> | |||
</tr> | |||
<tr valign="top" style="background:#ffffff;"> | |||
<td>Data</td> | |||
<td>XML</td> | |||
<td>DateTime (conforme ambiente em que o Serviço está rodando)</td> | |||
<td>01-jan-2013</td> | |||
<td>Requisição</td> | |||
</tr> | |||
<tr valign="top" style="background:#f2f2f2;"> | |||
<td>Data</td> | |||
<td>XML</td> | |||
<td>dd/mm/yyyy</td> | |||
<td>01/01/2013</td> | |||
<td>Resposta</td> | |||
</tr> | |||
<tr valign="top" style="background:#ffffff;"> | |||
<td>Data</td> | |||
<td>JSON</td> | |||
<td>dd/mm/yyyy<br>ou<br>dd-mmm-yyyy</td> | |||
<td>01/12/2013<br>ou<br>01-dec-2013</td> | |||
<td>Requisição e Resposta</td> | |||
</tr> | |||
<tr valign="top" style="background:#f2f2f2;"> | |||
<td>Booleano</td> | |||
<td>XML</td> | |||
<td>Bool (conforme tipagem)</td> | |||
<td>True</td> | |||
<td>Requisição</td> | |||
</tr> | |||
<tr valign="top" style="background:#ffffff;"> | |||
<td>Booleano</td> | |||
<td>XML</td> | |||
<td>True<br>ou<br>False</td> | |||
<td>True<br>ou<br>False</td> | |||
<td>Resposta</td> | |||
</tr> | |||
</ | <tr valign="top" style="background:#f2f2f2;"> | ||
<td>Booleano</td> | |||
<td>JSON</td> | |||
<td>TRUE, True, true<br>ou<br>FALSE, False, false</td> | |||
<td>True<br>ou<br>false</td> | |||
<td>Requisição</td> | |||
</tr> | |||
<tr valign="top" style="background:#ffffff;"> | |||
<td>Booleano</td> | |||
<td>JSON</td> | |||
<td>True<br>ou<br>False</td> | |||
<td>True<br>ou<br>False</td> | |||
<td>Resposta</td> | |||
</tr> | </tr> | ||
<tr valign="top" style="background:#f2f2f2;"> | |||
<td>Time</td> | |||
<td>XML e JSON</td> | |||
<td>161050</td> | |||
<td>161050</td> | |||
<td>Requisição e Resposta</td> | |||
</tr> | |||
<tr valign="top" style="background:#ffffff;"> | |||
<td>Numéricos</td> | |||
<td>XML e JSON</td> | |||
<td>Sem separador de milhar e com ponto (“.”) como separador decimal</td> | |||
<td>150<br>120.00<br>1250.33222</td> | |||
<td>Requisição e Resposta</td> | |||
</tr> | |||
</table> | |||
</center> | |||
== | '''<font color=size=4>Observações</font>''' | ||
< | |||
Quando o formato '''XML''' é utilizado, os valores enviados para parâmetros de tipos especiais são validados pelo próprio '''serviço SOAP''', que garante a tipagem correta do dado de entrada. Na exportação, os valores seguem o formato descrito na tabela anterior. | |||
Quando o formato '''JSON''' é utilizado, alguns cuidados adicionais são necessários: | |||
* '''Campos do tipo data''' devem ser enviados exatamente nos formatos indicados na tabela. | |||
* '''Campos booleanos''' devem receber o valor <code>true</code> (independentemente da capitalização) para representar verdadeiro. Qualquer outro valor será interpretado como '''false'''. | |||
Para '''campos do tipo hora''', o formato utilizado considera '''24 horas''', sem o uso de dois pontos (:), seguindo o padrão '''HHMMSS'''.<br> | |||
Exemplo: <code>161050</code> (16 horas, 10 minutos e 50 segundos). | |||
== Configurações especiais do banco de dados == | == Configurações especiais do banco de dados == | ||
Para que os serviços acessem corretamente os dados dos tipos '''Date''' e '''DateTime''', é necessário que a sessão com o banco de dados permita o uso de filtros de data no formato americano <code>dd-mmm-yyyy</code>. | |||
Exemplos de datas nesse formato incluem <code>01-jan-2013</code>, <code>20-feb-2013</code> e <code>12-oct-2013</code>. | |||
Nos bancos de dados '''Microsoft SQL Server''', essa configuração já é aplicada '''por padrão''', não sendo necessário realizar ajustes adicionais. | |||
Já em ambientes com '''Oracle Database''', esse parâmetro pode variar de acordo com o '''idioma do sistema operacional''' utilizado no momento da instalação. Nesses casos, é importante verificar se o parâmetro de sessão <code>nls_language</code> está configurado como <code>AMERICAN</code>. | |||
Quando necessário, esse valor pode ser ajustado no Registro do Windows, garantindo que todas as sessões do banco sejam inicializadas com essa configuração. | |||
Também é importante verificar se o '''Web Server''' que hospeda os serviços está executando em modo 32 bits (x86). Se esse modo estiver habilitado, será necessário configurar igualmente o parâmetro <code>nls_language</code> no '''Oracle Client 32 bits''', assegurando que as sessões utilizem o mesmo padrão de idioma e formatação de datas. | |||
{{VoltarInicio}} | |||
== Validação do Integrador pelo IIS == | == Validação do Integrador pelo IIS == | ||
Primeiramente, para realizar a validação, é necessário acessar a '''pasta de instalação do Integrador (Webservices)''' e ajustar as configurações dos arquivos '''Settings.config''' e '''web.config'''. | |||
É importante '''remover o caractere @''', que vem configurado por padrão na implementação. | |||
'''Arquivos a ajustar:''' | |||
* <code>Settings.config</code> | |||
* <code>web.config</code> | |||
[[Image: Integrador1.png|1000px|centro]] | [[Image: Integrador1.png|1000px|centro]] | ||
<br/> | <br/> | ||
[[Image: Integrador2.png|600px|centro]] | [[Image: Integrador2.png|600px|centro]] | ||
<br/> | <br/> | ||
'''<font size=4>Configuração do arquivo web.config</font>''' | |||
No arquivo web.config, devem ser ajustados os campos da '''ConnectionString''': | |||
* <code>CIGAM</code> | |||
* <code>INTEGRACAO</code> | |||
Essas strings de conexão podem ser geradas através do programa '''CGConnectionString''', localizado na pasta '''CIGAM_INSTAL''', ou pode ser utilizada a mesma '''ConnectionString já configurada na API e nos Portais'''. | |||
Outro ponto importante é o campo '''ProviderName''', que identifica o tipo de banco de dados: | |||
{| class="wikitable" style="width:40%; text-align:center; margin:auto;" | |||
! ProviderName !! Banco de Dados | |||
|- | |||
| 02 || SQL Server | |||
|- | |||
| 03 || Oracle | |||
|} | |||
Após a configuração, é '''recomendado criptografar a string de conexão'''. | |||
<br/> | <br/> | ||
[[Image: Integrador5.png|750px|centro]]< | [[Image: Integrador5.png|750px|centro]] | ||
< | |||
Em seguida é necessário criar a pasta Bin dentro da estrutura de instalação do | |||
'''<font size=4>Criação da pasta Bin</font>''' | |||
Em seguida, é necessário criar a pasta '''Bin''' dentro da estrutura de instalação do Integrador. | |||
Dentro dessa pasta devem ser adicionadas as seguintes '''DLLs''', encontradas em '''CIGAM_INSTAL''': | |||
[[Image: Integrador7.png|750px|centro]]< | * <code>Cigam.Ambiente</code> | ||
< | * <code>Cigam.Extensions</code> | ||
* <code>Cigam.Sgbd</code> | |||
* <code>Cigam.Utils</code> | |||
* <code>Cigam.WebServices</code> | |||
[[Image: Integrador7.png|750px|centro]] | |||
'''<font size=4>Teste do Integrador no IIS</font>''' | |||
Após concluir as etapas anteriores, acesse o '''IIS (Internet Information Services)'''. | |||
No painel inferior, altere o modo de visualização para '''Content View'''. | |||
Em seguida: | |||
# Localize o arquivo '''TesteBancoDados.ashx'''. | |||
# Selecione o arquivo. | |||
# Clique em '''Browse'''. | |||
O navegador será aberto exibindo a '''validação do Integrador''', confirmando que a conexão com o banco de dados está funcionando corretamente. | |||
[[Image: Integrador6.png|900px|centro]]<br/> | [[Image: Integrador6.png|900px|centro]]<br/> | ||
[[Image: Integrador8.png|900px|centro]]<br/> | [[Image: Integrador8.png|900px|centro]]<br/> | ||
{{VoltarInicio}} | |||
= | = Aplicação de Integração = | ||
A camada de serviços e/ou de banco de dados tem como responsabilidade '''garantir apenas que os dados sejam gravados na tabela de integração'''. A efetiva importação desses dados para o ERP CIGAM é realizada por um programa específico da aplicação de integração denominado [[GE_Integrador|Integrador]]. | |||
A | |||
Quando um registro é enviado com o campo <code>statusRegistro</code> definido como '''Pendente''', ele permanece na tabela de integração e '''não será importado pelo ERP CIGAM''' até que seu status seja alterado para '''Liberado'''. | |||
A liberação desses registros pode ser realizada por meio do método <code>LiberarPendentes</code>, que altera o status permitindo que o Integrador processe o registro. | |||
< | |||
Também é possível criar o registro diretamente com o status '''Liberado''', dispensando a necessidade de chamar posteriormente um método específico para liberação. | |||
==Utilizando o retorno dos Serviços == | ==Utilizando o retorno dos Serviços == | ||
=== | Os serviços disponibilizados podem retornar dados nos formatos '''XML''' ou '''JSON''', dependendo do protocolo utilizado. A manipulação dessas respostas pode ser feita utilizando classes utilitárias disponibilizadas pelo próprio CIGAM ou pelas bibliotecas padrão do .NET. | ||
Os serviços que utilizam o protocolo SOAP | === XML === | ||
Os serviços que utilizam o protocolo '''SOAP''' retornam os dados em uma '''string no formato XML'''. | |||
Para facilitar a manipulação dessas informações, está disponível na classe <code>Xml</code>, do namespace <code>Cigam.Utils</code>, o método estático <code>XmlStringToDataTable</code>, que converte o conteúdo XML retornado em um objeto do tipo <code>System.Data.DataTable</code>, permitindo trabalhar com os dados de forma estruturada. | |||
'''Exemplo de utilização (Exemplo 1)''' | |||
<br/> | <br/> | ||
[[Arquivo:IN_001.jpg|580×267px|Exemplo 1]] | [[Arquivo:IN_001.jpg|580×267px|Exemplo 1]] | ||
< | |||
Outra alternativa é utilizar a classe <code>XmlDocument</code>, do namespace <code>System.Xml</code>, que permite realizar a leitura e manipulação manual da estrutura do XML. | |||
'''Exemplo de utilização (Exemplo 2)''' | |||
<br/> | <br/> | ||
[[Arquivo:IN 002.jpg|580×267px|Exemplo 2]] | [[Arquivo:IN 002.jpg|580×267px|Exemplo 2]] | ||
=== | === JSON === | ||
Os serviços que utilizam o protocolo '''REST''' retornam os dados em uma '''string no formato JSON'''. | |||
Para trabalhar com essas informações, está disponível a classe <code>JSonDocument</code>, no namespace <code>Cigam.Utils</code>. Essa classe interpreta automaticamente a string retornada e disponibiliza propriedades e métodos para manipulação dos dados. | |||
'''Instanciando e alimentando a classe'''<br> | |||
:'''Exemplo 1''' | |||
[[Arquivo:IN 003.jpg|580×267px|Exemplo 1]] | [[Arquivo:IN 003.jpg|580×267px|Exemplo 1]] | ||
<br/> | <br/> | ||
:'''Exemplo 2''' | |||
[[Arquivo:IN 004.jpg|580×267px|Exemplo 2]] | [[Arquivo:IN 004.jpg|580×267px|Exemplo 2]] | ||
<br/> | <br/> | ||
:'''Exemplo 3''' | |||
[[Arquivo:IN 005.jpg|580×267px|Exemplo 3]] | [[Arquivo:IN 005.jpg|580×267px|Exemplo 3]] | ||
< | |||
'''<font size=4>Manipulação dos dados retornados</font>''' | |||
A classe <code>JSonDocument</code> também disponibiliza uma '''lista genérica de objetos do tipo''' <code>Cigam.Utils.JSonObject</code>, que contém as informações de cada registro retornado na consulta, incluindo: | |||
* nome da coluna | |||
* valor do campo | |||
Essa estrutura permite percorrer facilmente os dados retornados pelos serviços. | |||
Além disso, através dessa classe é possível: | |||
* obter o '''nome original das colunas''', quando a consulta utiliza cabeçalhos com apelidos | |||
* identificar se o retorno da consulta foi <code>success</code>, <code>exception</code> ou <code>query</code> | |||
'''Exemplo de acesso aos registros''' | |||
:'''Exemplo 1''' | |||
[[Arquivo:IN 006.jpg|580×267px|Exemplo 1]] | [[Arquivo:IN 006.jpg|580×267px|Exemplo 1]] | ||
<br/> | <br/> | ||
:'''Exemplo 2''' | |||
[[Arquivo:IN 007.jpg|580×267px|Exemplo 2]] | [[Arquivo:IN 007.jpg|580×267px|Exemplo 2]] | ||
{{VoltarInicio}} | |||
Edição atual tal como às 15h20min de 9 de outubro de 2026
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Integrador > Integrador padrão
Quando aplicações consomem dados do CIGAM — seja por meio dos serviços disponibilizados ou pela camada de objetos do banco de dados — é necessário informar os parâmetros de data e hora utilizados no controle de gravação dos registros. Dessa forma, é possível filtrar apenas os registros que foram alterados a partir da data e hora informadas.
Caso esses parâmetros não sejam informados, o sistema retornará todos os dados do cadastro correspondente.
O CIGAM não realiza controle por flags de leitura ou integração. Caso esse tipo de controle seja necessário, ele deverá ser implementado pelas aplicações de terceiros em suas próprias tabelas.
Em integrações, recomenda-se também informar os parâmetros correspondentes à chave única do cadastro, permitindo a obtenção de um registro específico quando necessário.
O controle de acesso é realizado por meio do parâmetro PIN, que será detalhado posteriormente.
Quando aplicações de terceiros enviam dados para o CIGAM, as informações são registradas na tabela de integração, desde que sejam aceitas pelo sistema. A importação e o processamento desses dados ocorrerão somente quando o programa específico da Aplicação de Importação for executado.
Caso algum dado não seja aceito, nenhum registro será inserido na tabela de integração. Nessa situação, será retornada ao sistema chamador uma mensagem de erro contendo o código e a descrição do problema.
Para o controle de existência de registros, as camadas de consulta disponibilizam uma lista contendo apenas os campos-chave de todos os registros existentes na tabela. Essa lista permite que a aplicação de terceiros compare essas informações com sua base local e identifique registros que tenham sido excluídos no CIGAM.
Se a tabela possuir um grande volume de registros ou ocorrerem muitas exclusões, pode-se optar pela criação de uma trigger para consumir o respectivo serviço a cada exclusão realizada.
No entanto, é importante considerar que o uso de triggers pode impactar negativamente a performance da aplicação, especialmente quando acionadas por requisições de webservices.
Serviços disponíveis
Compras
- CadastroRequisicaoMaterial.integrador
- CadastroItemRequisicaoMaterial.integrador
- CadastroGradeRequisicaoMaterial.integrador
- EfetivacaoRequisicaoMaterial.integrador
- CadastroSolicitacaoMaterial.integrador
- CadastroItemSolicitacaoMaterial.integrador
- CadastroGradeSolicitacaoMaterial.integrador
- CadastroPreNota.integrador
- CadastroNotaFiscal.integrador
- CadastroOrdemCompra.integrador
- CadastroItemOrdemCompra.integrador
Configurador
Estoque
- CadastroBalanco.integrador
- CadastroCaracteristicasMateriaisTg.integrador
- CadastroCaracValidasParametros.integrador
- CadastroCentroArmazenagem.integrador
- CadastroClassificacaoFiscal.integrador
- CadastroComplementoMaterial.integrador
- CadastroEspecif1.integrador
- CadastroEspecif2.integrador
- CadastroEspecif3.integrador
- CadastroEspecif4.integrador
- CadastroEspecif5.integrador
- CadastroEspecif6.integrador
- CadastroGradeMovimento.integrador
- CadastroGradePadrao.integrador
- CadastroGrupos.integrador
- CadastroInventarioEstoque.integrador
- CadastroInventarioItens.integrador
- CadastroListaMateriais.integrador
- CadastroMateriais.integrador
- CadastroMateriaisTg.integrador
- CadastroMovimento.integrador
- CadastroMovimentoEstoque.integrador
- CadastroNumeracaoGrade.integrador
- CadastroParametrosPlanejamento.integrador
- CadastroRegraFiscal.integrador
- CadastroRegraParametrosPlanejamento.integrador
- CadastroSubGrupos.integrador
- CadastroUnidadeMedida.integrador
Faturamento
Financeiro
Genérico
- CadastroAcompanhamento.integrador
- CadastroCategoriasTg.integrador
- CadastroColaboradores.integrador
- CadastroContatosEmpresas.integrador
- CadastroControleTg.integrador
- CadastroElementosTg.integrador
- CadastroEmpresas.integrador
- CadastroEnderecosCobrancaEmpresas.integrador
- CadastroEnderecosEntregaEmpresas.integrador
- CadastroEstados.integrador
- CadastroMunicipios.integrador
- CadastroObservacaoEmpresa.integrador
- CadastroPaises.integrador
- CadastroRegraDesconto.integrador
- CadastroTabelaPreco.integrador
- CadastroTipoOperacao.integrador
- Log.integrador
Projetos
Estrutura dos registros
A tabela de integração é onde devem ser inseridos os registros a serem posteriormente importados pelo CIGAM.
Todos os tipos de cadastros utilizam essa mesma tabela. Para identificar qual rotina de importação será responsável pelo processamento de cada registro, é utilizado o campo Tipo.
Alguns exemplos de valores para esse campo são:
MATCAD- Cadastro de materiaisEMPCAD- Cadastro de empresas
Essa tabela possui um grande número de campos, projetados para atender às necessidades de diferentes tipos de cadastros do CIGAM. Entretanto, apenas os campos ID e Tipo são indexados, garantindo melhor desempenho nas consultas essenciais.
Camada de Serviços
A camada de serviços atua como porta de entrada para as integrações com o CIGAM.
Para cada tipo de cadastro/registro, existe um serviço específico responsável pelo recebimento e tratamento das informações. Além dos parâmetros próprios de cada rotina, esses serviços também incluem o parâmetro PIN, utilizado para identificar o usuário ou a aplicação responsável pela requisição.
Controle de Status dos Registros
A tabela de integração possui um campo de controle de status, utilizado para gerenciar o processamento dos registros.
Quando existe relacionamento máster-detalhe, o controle de status é realizado no registro máster. Esse mecanismo evita que o programa de importação seja executado enquanto os dados ainda estão sendo inseridos.
Dessa forma, o status do registro máster só é liberado após a inclusão de todos os registros de detalhe, garantindo a consistência das informações.
Outra estratégia possível é que o programa de integração insira o registro máster por último, assegurando também a integridade dos dados no momento da importação.
Consulta à Tabela de Integração
Existe um webservice de listagem da tabela de integração que permite consultar os registros utilizando diferentes filtros, como:
- ID da tabela
- Data de inclusão do registro
- Tipo de registro
- Combinações desses filtros
Esse serviço auxilia aplicações de terceiros a verificar se um determinado registro já foi importado, permitindo um controle mais eficiente dos dados integrados.
Validação de parâmetros
Durante a requisição de um serviço, caso algum parâmetro obrigatório não seja informado, o sistema retornará uma mensagem de erro indicando o nome do parâmetro ausente.
Quando houver mais de um parâmetro obrigatório não informado, todos os nomes serão listados na mesma mensagem, facilitando a identificação e a correção pela aplicação integradora.
Para parâmetros cuja obrigatoriedade depende do preenchimento de outro campo, será exibido um asterisco (<*>) após o nome do parâmetro.
Essa marcação indica que o parâmetro se torna obrigatório apenas quando o campo relacionado for informado.
Tabela de Integração e Log
Tabelas envolvidas:
- Tabela de Integração:
%GEINTEGRADOR% - Tabela de Log de Integração:
%GEINTEGRADORLOG%
Todas as alterações de dados enviadas ao CIGAM permanecem registradas na tabela de integração até serem processadas pela Aplicação de Integração.
Quando o Webservice recebe uma requisição, ele valida inicialmente todos os parâmetros informados. Caso algum parâmetro seja inválido, o sistema retorna um erro ao usuário e nenhum registro é inserido nas tabelas de integração ou de log.
Se os parâmetros forem válidos, o registro é inserido na tabela de integração e o Webservice retorna uma mensagem de sucesso ao usuário. Nesse momento ainda não é gerado log.
Posteriormente, quando o programa da Aplicação de Integração executa e importa o registro da tabela de integração, é criado um registro correspondente na tabela de log, contendo:
- os dados importados
- o usuário logado no CIGAM responsável pela importação
- a data e hora da execução
Após o processamento, o registro é removido da tabela de integração.
Na tabela de log existe um campo que indica se o registro foi importado ou recusado. Caso seja recusado, também são armazenados o código e a mensagem de erro, evitando que registros com erro permaneçam na tabela de integração.
Quando registros pendentes são liberados posteriormente, essa ação também gera registro na tabela de log. Caso seja tentada a liberação de um registro inexistente, o sistema retorna um erro e nenhum log é gerado.
Não é realizada validação para identificar se um registro já foi liberado anteriormente, pois isso exigiria controle adicional de registros correlatos.
As tabelas de integração e log possuem campos com nomes genéricos, utilizados para atender diferentes cadastros e rotinas do CIGAM. Por esse motivo, a consulta e inclusão de dados devem ser realizadas por meio das camadas responsáveis do sistema, que apresentam os campos com as nomenclaturas adequadas para cada cadastro.
Existe ainda uma tela on-line em Genéricos → Pesquisas → Rotinas que permite ao usuário, administrador ou DBA consultar os registros da tabela de log.
A tabela de log não possui índices por padrão, visando melhor desempenho. Caso o volume de dados se torne elevado, índices podem ser criados conforme necessidade do ambiente.
Também não são gerados logs para consultas de dados realizadas no sistema.
A limpeza da tabela de log pode ser realizada conforme a necessidade do administrador do banco de dados, mantendo apenas registros de um determinado número de dias. Essa limpeza é manual, por segurança.
Banco de dados de integração
As tabelas de integração e log ficam armazenadas em um banco de dados separado. Esse banco é acessado:
- Pelas aplicações do CIGAM, por meio do Database
CIGAM_INTEGRA - Pela Aplicação de Integração (componente
CGIntegrador.ecf)
Caso o banco de dados de integração seja diferente do banco utilizado pelo CIGAM — inclusive quando houver apenas mudança de database ou usuário — deve ser configurada uma connection string chamada INTEGRACAO no arquivo de configuração da aplicação.
Também é necessário informar o banco de dados dessa nova conexão no parâmetro providerName.
Exemplo:
<add name="CIGAM" connectionString="Server=servidor;Database=BD;User ID=USER;Password=SENHA;" /> <add name="INTEGRACAO" connectionString="Server=servidor;Database=BD;User ID=USER;Password=SENHA;" providerName="02" />
O código do banco de dados do CIGAM deve ser informado na configuração BANCO_DADOS da aplicação.
Exemplo:
<add key="BANCO_DADOS" value="03" />
Registro de requisições
Para registrar requisições provenientes de aplicações de terceiros, deve-se utilizar o parâmetro CGREQUISICAOWS.
Caso seja necessário registrar requisições apenas de serviços específicos, utiliza-se o parâmetro CGREQUISICAOWS_ seguido do tipo de registro correspondente.
Por exemplo, para registrar requisições relacionadas ao cadastro de notas fiscais, o parâmetro seria: GREQUISICAOWS_CADNF1.
Esses parâmetros devem ser configurados no arquivo web.config, na seção settings, ou diretamente no arquivo settings.config, quando existir.
Exemplo de configuração:
<add key="CGREQUISICAOWS" value="C:\cigam\Temp\" /> <add key="CGREQUISICAOWS_CADNF1" value="C:\cigam\Temp\NF\" />
Caso não seja necessário registrar requisições em arquivos, nenhum desses parâmetros precisa ser configurado.
Registros correlatos
A tabela de integração pode conter registros correlatos ainda pendentes de importação. Um exemplo comum ocorre nas relações pedido → itens → grade do item.
Nesse cenário, quando o pedido for importado, o sistema verificará se existem itens vinculados a esse pedido. Da mesma forma, durante a importação de um item do pedido, será verificada a existência de registros de grade do item associados.
Nesse processo, somente os registros com status liberado serão avaliados e poderão ser importados ou recusados.
Registros correlatos que não estiverem liberados não serão processados naquele momento e, consequentemente, não serão reavaliados posteriormente. Para evitar que registros permaneçam indevidamente na tabela de integração, será executada uma rotina de limpeza.
Essa rotina tem como objetivo excluir registros com ID correlato cujo registro máster já não esteja mais pendente de importação. Cada exclusão realizada por essa rotina será registrada em log específico, garantindo o rastreamento das operações efetuadas.
Segurança
As aplicações de terceiros não utilizam o cadastro de usuários nem os direitos do CIGAM, pois não possuem meios adequados para gerenciar essas informações.
A autenticação e o controle de acesso são realizados através de PINs e da chave de criptografia (CHAVE_CRYPTA), definidos no arquivo de configuração do ambiente do Web Service, na seção <appSettings>.
📌 PIN
- O PIN é utilizado para identificar quem está realizando a requisição e determinar quais serviços estarão disponíveis para cada integração. Esse parâmetro deve ser configurado no arquivo de configuração do Web Service.
- No exemplo a seguir, requisições que utilizarem o PIN
XW@#25Qoterão acesso apenas aos serviçosCADMATeCADEMP. Os demais PINs (@#0Q1o2,W#12@Abfge20020004) não possuem restrições definidas e, portanto, podem acessar todos os serviços.
<appSettings> <add key="pin" value="XW@#25Qo;@#0Q1o2;W#12@Abfg;20020004" /> <add key="XW@#25Qo" value="CADMAT;CADEMP" /> </appSettings>
- 💡 Recomendação: Defina PINs com alto nível de complexidade, contribuindo para aumentar a segurança das informações trafegadas entre os sistemas.
📌 CHAVE_CRYPTA
- A CHAVE_CRYPTA é utilizada para criptografar e descriptografar dados sensíveis transmitidos entre o CIGAM e aplicações externas, garantindo a confidencialidade e integridade da comunicação.
- Essa chave também deve ser configurada no
<appSettings>do ambiente do Web Service.
<appSettings> <add key="CHAVE_CRYPTA" value="MinhaChaveSegura123!" /> </appSettings>
- Todos os sistemas envolvidos na integração devem utilizar a mesma CHAVE_CRYPTA.
- Caso as chaves estejam divergentes entre os ambientes, ocorrerão erros de descriptografia e falhas de comunicação.
- A alteração da chave deve ser coordenada em todos os pontos de integração.
- Mantenha a chave em sigilo e compartilhe somente com equipes autorizadas.
Requisição e resposta dos Webservices
Os webservices do CIGAM suportam as tecnologias SOAP e REST/JSON.
Na utilização do padrão REST/JSON, os parâmetros devem ser enviados por POST, e o nome do método deve ser informado diretamente na URL da requisição. As respostas dos serviços também podem ser obtidas em ambos os formatos.
Quando o retorno do serviço contiver mais de um registro, a exportação será realizada utilizando duas coleções (objetos): uma para as colunas e outra para os dados. Nesse formato, as colunas recebem cabeçalhos identificadores (por exemplo: c1, c2, c3...), que são utilizados como referência pelos registros retornados.
Existe ainda a opção EXPORT_HEADERS, que pode ser configurada no arquivo de configuração do ambiente do Web Service (seção <appSettings>). Essa opção define se a exportação deverá utilizar sempre os cabeçalhos de colunas, independentemente da quantidade de registros retornados.
Exemplo de configuração:
<appSettings> <add key="EXPORT_HEADERS" value="N" /> </appSettings>
Essa configuração também pode ser incluída no arquivo Settings.
Quando o nome da coluna no banco de dados for diferente do nome utilizado no CIGAM/CGData, a coleção de nomes de colunas incluirá uma tag adicional contendo essa identificação.
Campos que ainda não possuem nome definido (por exemplo: Campo31, Campo32) não serão exportados. A exceção são os campos de usuário, identificados por nomes iniciados com Usr.
No formato JSON, é necessário atribuir explicitamente ambas as propriedades, pois não é possível definir um valor diretamente na tag principal como ocorre no XML. Nesses casos, o apelido da coluna será informado na propriedade db_alias.
Em ambos os formatos, o primeiro nó da estrutura corresponde ao valor da tradução do Nome Lógico da tabela exportada.
As colunas são agrupadas na coleção col, enquanto os dados dos registros são agrupados na coleção reg.
Todos os dados são retornados utilizando codificação UTF-8.
Exemplo de resposta em XML e JSON
| XML | JSON |
<esmateri>
<col>
<cd_material>c1</cd_material>
<descricao>c2</descricao>
<valor_imposto>c3</valor_imposto>
</col>
<reg>
<c1>001</c1>
<c2>Material Teste 1</c2>
<c3>10</c3>
</reg>
<reg>
<c1>002</c1>
<c2>Material Teste 2</c2>
<c3>20</c3>
</reg>
</esmateri>
|
{
"col": [
{
"cd_empresa": "c1",
"descricao": "c2",
"valor_imposto": {
"db_column": "campo3",
"db_alias": "c3"
}
}
],
"esmateri": [
{
"c1": "001",
"c2": "Material Teste 1",
"c3": "10"
},
{
"c1": "002",
"c2": "Material Teste 2",
"c3": "20"
}
]
}
|
Para validar estruturas no formato JSON, pode-se utilizar ferramentas de validação online, como o JSONLint em http://jsonlint.com.
Tipos especiais
Alguns dados utilizam formatos específicos nas requisições e respostas dos serviços. Esses formatos variam conforme o tipo de dado e a tecnologia utilizada (XML ou JSON).
| Tipo do dado | Formato | Máscara | Exemplo | Onde |
| Data | XML | DateTime (conforme ambiente em que o Serviço está rodando) | 01-jan-2013 | Requisição |
| Data | XML | dd/mm/yyyy | 01/01/2013 | Resposta |
| Data | JSON | dd/mm/yyyy ou dd-mmm-yyyy |
01/12/2013 ou 01-dec-2013 |
Requisição e Resposta |
| Booleano | XML | Bool (conforme tipagem) | True | Requisição |
| Booleano | XML | True ou False |
True ou False |
Resposta |
| Booleano | JSON | TRUE, True, true ou FALSE, False, false |
True ou false |
Requisição |
| Booleano | JSON | True ou False |
True ou False |
Resposta |
| Time | XML e JSON | 161050 | 161050 | Requisição e Resposta |
| Numéricos | XML e JSON | Sem separador de milhar e com ponto (“.”) como separador decimal | 150 120.00 1250.33222 |
Requisição e Resposta |
Observações
Quando o formato XML é utilizado, os valores enviados para parâmetros de tipos especiais são validados pelo próprio serviço SOAP, que garante a tipagem correta do dado de entrada. Na exportação, os valores seguem o formato descrito na tabela anterior.
Quando o formato JSON é utilizado, alguns cuidados adicionais são necessários:
- Campos do tipo data devem ser enviados exatamente nos formatos indicados na tabela.
- Campos booleanos devem receber o valor
true(independentemente da capitalização) para representar verdadeiro. Qualquer outro valor será interpretado como false.
Para campos do tipo hora, o formato utilizado considera 24 horas, sem o uso de dois pontos (:), seguindo o padrão HHMMSS.
Exemplo: 161050 (16 horas, 10 minutos e 50 segundos).
Configurações especiais do banco de dados
Para que os serviços acessem corretamente os dados dos tipos Date e DateTime, é necessário que a sessão com o banco de dados permita o uso de filtros de data no formato americano dd-mmm-yyyy.
Exemplos de datas nesse formato incluem 01-jan-2013, 20-feb-2013 e 12-oct-2013.
Nos bancos de dados Microsoft SQL Server, essa configuração já é aplicada por padrão, não sendo necessário realizar ajustes adicionais.
Já em ambientes com Oracle Database, esse parâmetro pode variar de acordo com o idioma do sistema operacional utilizado no momento da instalação. Nesses casos, é importante verificar se o parâmetro de sessão nls_language está configurado como AMERICAN.
Quando necessário, esse valor pode ser ajustado no Registro do Windows, garantindo que todas as sessões do banco sejam inicializadas com essa configuração.
Também é importante verificar se o Web Server que hospeda os serviços está executando em modo 32 bits (x86). Se esse modo estiver habilitado, será necessário configurar igualmente o parâmetro nls_language no Oracle Client 32 bits, assegurando que as sessões utilizem o mesmo padrão de idioma e formatação de datas.
Validação do Integrador pelo IIS
Primeiramente, para realizar a validação, é necessário acessar a pasta de instalação do Integrador (Webservices) e ajustar as configurações dos arquivos Settings.config e web.config.
É importante remover o caractere @, que vem configurado por padrão na implementação.
Arquivos a ajustar:
Settings.configweb.config


Configuração do arquivo web.config
No arquivo web.config, devem ser ajustados os campos da ConnectionString:
CIGAMINTEGRACAO
Essas strings de conexão podem ser geradas através do programa CGConnectionString, localizado na pasta CIGAM_INSTAL, ou pode ser utilizada a mesma ConnectionString já configurada na API e nos Portais.
Outro ponto importante é o campo ProviderName, que identifica o tipo de banco de dados:
| ProviderName | Banco de Dados |
|---|---|
| 02 | SQL Server |
| 03 | Oracle |
Após a configuração, é recomendado criptografar a string de conexão.

Criação da pasta Bin
Em seguida, é necessário criar a pasta Bin dentro da estrutura de instalação do Integrador.
Dentro dessa pasta devem ser adicionadas as seguintes DLLs, encontradas em CIGAM_INSTAL:
Cigam.AmbienteCigam.ExtensionsCigam.SgbdCigam.UtilsCigam.WebServices

Teste do Integrador no IIS
Após concluir as etapas anteriores, acesse o IIS (Internet Information Services).
No painel inferior, altere o modo de visualização para Content View.
Em seguida:
- Localize o arquivo TesteBancoDados.ashx.
- Selecione o arquivo.
- Clique em Browse.
O navegador será aberto exibindo a validação do Integrador, confirmando que a conexão com o banco de dados está funcionando corretamente.


Aplicação de Integração
A camada de serviços e/ou de banco de dados tem como responsabilidade garantir apenas que os dados sejam gravados na tabela de integração. A efetiva importação desses dados para o ERP CIGAM é realizada por um programa específico da aplicação de integração denominado Integrador.
Quando um registro é enviado com o campo statusRegistro definido como Pendente, ele permanece na tabela de integração e não será importado pelo ERP CIGAM até que seu status seja alterado para Liberado.
A liberação desses registros pode ser realizada por meio do método LiberarPendentes, que altera o status permitindo que o Integrador processe o registro.
Também é possível criar o registro diretamente com o status Liberado, dispensando a necessidade de chamar posteriormente um método específico para liberação.
Utilizando o retorno dos Serviços
Os serviços disponibilizados podem retornar dados nos formatos XML ou JSON, dependendo do protocolo utilizado. A manipulação dessas respostas pode ser feita utilizando classes utilitárias disponibilizadas pelo próprio CIGAM ou pelas bibliotecas padrão do .NET.
XML
Os serviços que utilizam o protocolo SOAP retornam os dados em uma string no formato XML.
Para facilitar a manipulação dessas informações, está disponível na classe Xml, do namespace Cigam.Utils, o método estático XmlStringToDataTable, que converte o conteúdo XML retornado em um objeto do tipo System.Data.DataTable, permitindo trabalhar com os dados de forma estruturada.
Exemplo de utilização (Exemplo 1)
Outra alternativa é utilizar a classe XmlDocument, do namespace System.Xml, que permite realizar a leitura e manipulação manual da estrutura do XML.
Exemplo de utilização (Exemplo 2)
JSON
Os serviços que utilizam o protocolo REST retornam os dados em uma string no formato JSON.
Para trabalhar com essas informações, está disponível a classe JSonDocument, no namespace Cigam.Utils. Essa classe interpreta automaticamente a string retornada e disponibiliza propriedades e métodos para manipulação dos dados.
Instanciando e alimentando a classe
- Exemplo 1
- Exemplo 2
- Exemplo 3
Manipulação dos dados retornados
A classe JSonDocument também disponibiliza uma lista genérica de objetos do tipo Cigam.Utils.JSonObject, que contém as informações de cada registro retornado na consulta, incluindo:
- nome da coluna
- valor do campo
Essa estrutura permite percorrer facilmente os dados retornados pelos serviços.
Além disso, através dessa classe é possível:
- obter o nome original das colunas, quando a consulta utiliza cabeçalhos com apelidos
- identificar se o retorno da consulta foi
success,exceptionouquery
Exemplo de acesso aos registros
- Exemplo 1
- Exemplo 2





