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O futuro do emprego humano em uma sociedade pós-revolução digital

"Estamos em 2020 e eu já esperava muito antes disto poder conversar normalmente com robôs", por Rogério Dupont, Diretor de Produto e Suporte da CIGAM

Postado em 05/05/2020 às 11:14

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Há décadas todos nós somos bombardeados por notícias de visões do futuro, especialmente sobre novas tecnologias e seus impactos. Eu sou apaixonado por elas e, no entanto, confesso que, apesar de todos os avanços científicos, ainda estou frustrado com o real impacto em nosso dia a dia.

 

Estamos em 2020 e eu já esperava muito antes disto poder conversar normalmente com ‘robôs’. Claro que já temos Inteligência Artificial e assistentes virtuais, mas convenhamos: estão longe de serem ‘inteligentes’. Tenho em casa um destes e minha relação com ele se limita a tocar música e determinar temporizadores.

 

Em cinco anos, 35% das competências que são consideradas importantes na força de trabalho atualmente terá mudado, de acordo com a Reunião Anual em Davos do Fórum Econômico Mundial.

 

De acordo com um estudo da Accenture, países que adotam tecnologias de ponta, podem incrementar 0,9% em seus PIB até o ano de 2035. Isso irá gerar uma onda de empregos e uma nova ordem econômica. A despeito de que a automação desemprega, o mundo pós-industrial, nunca contratou tanto. Todavia, o perfil do empregado é que mudará.

 

Isto não será o caos ou o fim do emprego, você só precisa começar a se preparar para a sociedade pós-revolução digital. O desafio é como? Segundo números levantados pelo CareerBuilder no início de 2018, um dos maiores sites de busca de emprego dos EUA, 45% dos gerentes de RH consultados disseram que não conseguiram preencher vagas abertas por falta de profissionais habilitados para elas. Temos aí um problema para ser solucionado.

 

É preciso confiar em usar o que temos de melhor: a sagacidade, percepção sensorial multidimensional, sensibilidade emocional, capacidade criativa e adaptativa etc. Avançamos para uma economia de alta produtividade e isto pode significar melhores ofícios, cargas horárias menores e uma melhor qualidade de vida. Nascemos com habilidades que nem máquinas, nem algoritmos conseguirão nos substituir tão cedo - se é que algum dia irão.

 

Rogério Dupont
Diretor de Produto e Suporte da CIGAM

 

Link externo: IT Forum 365

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